Indicação de lentes especiais para cada atividade profissional

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A sua visão precisa estar protegida contra diversos riscos no ambiente industrial, como luminosidade intensa, impacto de partículas volantes, radiações ultravioleta e contato com produtos químicos, resquícios de solda, poeira e detritos, entre outros.

Por isso, trouxemos algumas dicas para você escolher os óculos de proteção industrial perfeito para o seu tipo de atividade. Além das armações, também temos capacidade para confeccionar lentes de baixas a altíssimas graduações, pois contamos com laboratório óptico desde 1979 e somos especialistas em proteção visual.

Preciso de correção visual, e agora?

Muitos profissionais necessitam de correção visual para desempenhar suas atividades com precisão e acabam sendo obrigados a usar os óculos de proteção por cima dos óculos de grau, uma solução paliativa e inadequada.

Com a Purelens, você pode adicionar lentes de grau em qualquer armação de proteção. Essa é uma opção muito mais prática e que garantirá o seu conforto visual.

Nossas opções:
  • Lentes monofocais: para aqueles que precisam de lentes com grau somente para longe ou somente para perto.
  • Lentes multifocais: para quem precisa de grau tanto para longe quanto para perto. Nesse caso, se você já usou a opção multifocal e não se adaptou, também temos as lentes bifocais.

 

Qual o melhor material para lentes de proteção industrial?

Para atividades industriais, a melhor opção são as lentes Purelens Comfort. Elas são confeccionadas em policarbonato, um material mais leve e resistente a impactos de partículas volantes do que o das lentes comuns.

Ou seja, são lentes que não pesam no rosto e que são mais duráveis, pois suportam melhor quedas e impactos.

Quais tratamentos adicionar nas lentes?

Você sabia que os tratamentos de lentes específicos podem melhorar o seu desempenho profissional? Para cada atividade, temos uma indicação:

  • D-RISK: proteção antirrisco;
  • D-REFLEX: proteção antirreflexo (protege da iluminação interna);
  • D-BLUE: proteção contra luz azul (protege da iluminação de lâmpadas LED);
  • D-FOTO: lentes transitions, que escurecem quando expostas à luz do sol (indicadas para trabalhadores que transitam entre ambientes internos e externos);
  • D-COLOR: para proteção solar ou ampliação da visão em ambientes escuros.

 

É possível adicionar a proteção solar às lentes?

Para você que trabalha em ambientes externos, temos a opção de adicionar os tratamentos D-COLOR nas tonalidades solares. São elas:

 

Lentes verdes

É a tonalidade mais relaxante das lentes solares. Esse modelo também ajuda a aumentar o contraste dos objetos, valorizando o reconhecimento real das cores.

Nossas opções de lentes verdes:

  • Verde I: também é indicado para ambientes internos, para profissionais hipersensíveis à luminosidade desses ambientes.
  • Verde II: indicado para pessoas com dificuldades visuais que trabalham em ambientes externos com pouca incidência de luz.
  • Verde G15: são indicadas para atividades em ambientes externos com grande incidência de luz. Por exemplo, na supervisão operacional externa.
  • Verde T5: tonalidade mais indicada para profissionais que realizam atividades de brasagem, soldagem e cortes de peças metálicas com maçarico.

 

Lentes marrons

Aumenta o contraste entre objetos (melhorando a nitidez), acentua profundidade e permite uma adaptação confortável dos olhos às mudanças de luminosidade. Também bloqueia parte da luz azul e destaca as cores mais quentes.

Nossas opções de lentes marrons:

  • Marrom I: também é indicada para quem trabalha em áreas internas, pois ajuda na hipersensibilidade à luz (por exemplo, das lâmpadas fluorescentes).
  • Marrom II: indicada para quem trabalha em ambientes externos, com pouca incidência solar, e possui alguma dificuldade visual.
  • Marrom III: indicada para quem trabalha com tarefas de precisão (por exemplo, dirigir veículos e conduzir maquinários) em ambientes externos com muita variação de luminosidade.

 

Pedidos corporativos

Para solicitar cotações e contratos corporativos, solicite uma cotação através do site ou entre em contato pelos números:

  • (71) 3052-5808
  • (71) 99667-4472 – WhatsApp

 

Com a atual pandemia, o assunto em alta entre os dentistas é a BIOSSEGURANÇA NA ODONTOLOGIA. Afinal, essa é uma das profissões com maior risco de contaminação, seja pelo novo Covid-19 ou por qualquer outra partícula infecciosa já conhecida.

 

Para que você esteja completamente protegido contra gotículas e aerossóis, é imprescindível o uso de EPIs adequados, principalmente o óculos de proteção. Porém, como escolher a proteção visual ideal, capaz de proporcionar um bom conforto e desempenho?   

 

É muito difícil trabalhar quando a acuidade visual fica comprometida por causa de várias camadas de proteção, principalmente se você usa óculos de grau. Se duas camadas já são suficientes para atrapalhar a percepção de detalhes, imagine três: óculos de grau, óculos de proteção e escudo facial (face shield)?

 

Além desses problemas, os dentistas ainda enfrentam o embaçamento das lentes. E na atual situação, não dá para ficar tocando no rosto para arrumar e desembaçá-las, certo?

 

Pensando em tudo isso, veja as soluções que nós desenvolvemos para levar mais conforto e desempenho  para o seu dia a dia no consultório odontológico:

 

Óculos de proteção para dentistas

 

Abaixo, trouxemos as melhores opções para quem usa óculos de grau e busca a solução ideal em proteção visual:

 

DIOSHIELD: ÓCULOS DE PROTEÇÃO DE AMPLA VISÃO E COM VEDAÇÃO COMPLETA.

O DIOSHIELD é um óculos de proteção totalmente vedado e que, segundo as recomendações da OMS, pode substituir o uso do escudo facial (face shield) se você estiver com dificuldades de se adaptar a essa colocação.

  • É possível colocar o escudo facial por cima do DIOSHIELD? Sim! Ele tem o tamanho ideal para não encostar na barreira do face shield.

O principal diferencial dessa opção é a vedação completa, que passa por cima da região do zigomático e acima do arco da sobrancelha.

Ou seja, o seu uso em conjunto com a máscara N95 é uma proteção eficaz e que está em conformidade com as recomendações da OMS sobre a contaminação por Covid-19 (olhos, nariz e boca).

 

OUTRAS VANTAGENS QUE FAZEM TODA A DIFERENÇA PARA VOCÊ QUE É DENTISTA:
  • Você pode adicionar os tratamentos anti-embaçante e antirreflexo nas lentes, o que lhe dará  muito mais segurança durante seus procedimentos (além de conforto);
  • O uso deste EPI Está de acordo com as recomendações da OMS, devido à proteção que a vedação oferece;
  • O elástico regulável, evitará que você sinta  incômodos na orelha por causa de hastes. Além disso, lhe dará firmeza total para movimentos.

 

DIODUST: PROTEÇÃO COM VEDAÇÃO PARCIAL (UTILIZADO JUNTO AO ESCUDO).

Recomendamos o modelo DIODUST como a solução ideal a ser combinada com o escudo de proteção facial (face shield), seguindo as recomendações da OMS.

Sua fácil adaptabilidade se dá por conta das hastes finas e auto-ajustáveis, além da proteção parcial por cima da região do zigomático e acima do arco da sobrancelha.

 

Tratamentos para adicionar em suas lentes

Os tratamentos são opções extras que você pode adicionar em suas lentes de acordo com a sua necessidade de proteção durante o trabalho. Para profissionais de odontologia, indicamos:

  • D-REFLEX: impede que a incidência de reflexos indesejáveis que prejudicam a visão nos momentos mais cruciais em seu trabalho, como cirurgias.
  • D-BLUE: é um tratamento mais completo do que o D-REFLEX, pois também protege a sua visão da chamada luz azul (presente em monitores, por exemplo).
  • OPTIFOG: é um tratamento anti-embaçante, muito importante para você, dentista, pois, evita que a sua visão e performance sejam prejudicadas pelo embaçamento das lentes. Esse tratamento também já vem com antirreflexo!

Importante: para os dentistas que pretendem usar o óculos de proteção junto com a máscara e o escudo (face shield), a proteção antiembaçante é ainda mais indispensável.

 

RECOMENDAÇÕES PARA A LIMPEZA DO ÓCULOS:

Os óculos de proteção  podem ser desinfetados, após o uso, com água e sabão neutro. Você pode lavar as regiões em torno do óculos com álcool, mas nunca usá-lo nas lentes.

 

Óculos de sobrepor e com clipe trazem riscos à saúde e podem causar prejuízos financeiros

Em geral, equipes de Segurança e Saúde Ocupacional se empenham diariamente para garantir a integridade física dos colaboradores e manter as operações em conformidade com as normas e exigências legais. Por isso, cada vez mais as empresas estão abandonando soluções paliativas de proteção visual e passando a fornecer óculos de proteção graduados para empregados que necessitam de lentes corretivas no exercício de suas tarefas.

Como todo EPI, os óculos de segurança devem ter o Certificado de Aprovação (CA) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para que a empresa que os adquire esteja em conformidade com as normas de segurança do trabalho e, desse modo, não corra riscos judiciais e financeiros.

Em decisão judicial da 4ª Vara do Trabalho de Cubatão – SP, no ano de 2013 uma empresa que havia demitido por “justa causa” um colaborador que se recusou a utilizar óculos de proteção sobre os óculos de grau (óculos de sobrepor) foi condenada a converter a demissão em “sem justa causa”, tendo que arcar com todas as verbas rescisórias, inclusive a multa de 40% sobre o saldo do FGTS – um prejuízo que poderia ter sido evitado com a simples adoção dos óculos de proteção graduados.

SEM PALIATIVOS

Em conformidade com a Justiça do Trabalho, o MTE também desaconselha fortemente o emprego de óculos de segurança de sobrepor, pois estes dispositivos paliativos causam malefícios. Por ser um EPI que é utilizado por cima dos óculos pessoais do colaborador, pode danificar ou riscar os óculos pessoais devido ao peso do acessório, além de causar embaçamento, o que pode gerar acidentes por causa da aversão ao uso.

Também os óculos de segurança com clipe para lentes corretivas são perigosos. Além de desconfortáveis, eles restringem o campo de visão do colaborador, comprometendo a visão periférica e ampliando o risco de acidentes. “Não se deve permitir que qualquer pessoa/empresa construa um clipe e o acople em qualquer modelo de óculos que porte um CA, uma vez que tal acessório poderá gerar riscos adicionais”, diz a Nota Técnica Nº 363/2010/CGNOR/DT/SIT. Além disso, a Nota Técnica adverte que não é permitido a qualquer empresa acoplar acessórios que não estejam mencionados no C.A. do EPI.

Ainda de acordo com esta Nota Técnica, uma grande limitação dos óculos com clipe é a impossibilidade de “aplicação de filtros de luz, especialmente aqueles indicados para proteção contra radiação proveniente de trabalhos de soldagem ou de atividades com luminosidade intensa”. Na via oposta, os óculos de proteção graduados podem ser fabricados com diversos tipos de filtro, adaptando-se a várias atividades, sempre em conformidade com as normas.

A Nota Técnica esclarece que, em diversas atividades laborais, existem riscos para os olhos dos trabalhadores, tais como impacto de partículas e objetos volantes, poeira em suspensão, agentes químicos e biológicos, respingos de líquidos, entre outros. Nesses casos, a empresa é obrigada a fornecer óculos de segurança para a proteção dos olhos dos trabalhadores frente aos riscos presentes no ambiente de trabalho que forneça proteção eficaz, adequada e propicie o menor nível de desconforto possível.

É necessário destinar atenção especial aos empregados com funções rotativas, que alternam entre ambientes com diferentes níveis de luminosidade e risco: a empresa que optar por equipamentos de baixo custo – como óculos de sobrepor ou com clipe – terá que investir mais tempo no gerenciamento de EPIs ou até arcar com gastos duplos, já que a proteção mais econômica pode não ser viável para parte das atividades.

SEGURANÇA DEPENDE DO USO

Não por acaso, a Nota Técnica 363/2010 aborda a questão do conforto no uso de óculos de proteção. “Quando o EPI provoca incômodo, o empregado tende a removê-lo durante parte do tempo”, ressalta Lucas Gregorio Mochko, técnico óptico e especialista em proteção visual da Diorama, tradicional fabricante de óculos de proteção graduados.

O assunto, que já foi objeto de pesquisa nos Estados Unidos, traz alguns desdobramentos: se houver uma auditoria e o colaborador não estiver usando os óculos de segurança, a empresa será multada ou considerada não-conforme. “E a suposta economia se transformará em prejuízo, sem contar o risco de acidente de trabalho”, analisa Lucas. Caso um colaborador seja flagrado sem o EPI ou ainda com o EPI sem o Certificado de Aprovação, a empresa pode ser multada, de acordo com a determinação do Ministério do Trabalho, em até R$ 20 mil.

Nesse sentido, os óculos de proteção graduados se comprovam a opção mais segura para o usuário: além de serem mais leves, eles oferecem maior campo de visão quando comparados aos óculos de sobrepor e às lentes com clipe.

SOLUÇÃO DEFINITIVA

Para garantir o cumprimento das normas de segurança, o ideal é que a empresa conte com parceiros que tenham competência reconhecida para oferecer soluções eficazes de proteção visual. Desde 1979, a Diorama fabrica e comercializa óculos de proteção graduados que atendem às mais diversas especificações de uso, com suporte técnico e comercial em todo o Brasil. Em 2017, inaugurou na Bahia a subsidiária Purelens, especialmente para servir as regiões Norte e Nordeste.

Sobre a Diorama: Com laboratório próprio e estrutura de ponta, a Diorama Proteção Visualproduz em sua sede, em Curitiba (PR), soluções completas de proteção visual com óculos graduados. Oferece a maior variedade de armações do mercado, com opção de lentes monofocais e multifocais. Todos os seus produtos têm Certificado de Aprovação (CA) do Ministério do Trabalho pois seguem rigorosamente as exigências legais para a fabricação do EPI.

Para mais informações, acesse www.seguranca.oticasdiorama.com.br e www.purelens.com.br.

MUDANÇA IMPORTANTE
Para recertificação ISO 9001, empresas devem abandonar soluções paliativas até o final de 2018.

Curitiba, março de 2018 – As indústrias que desejam obter a certificação ou recertificação ISO 9001 em 2018
precisam estar atentas a uma mudança que entrou em vigor na última versão da norma, publicada em 2015.

O item 7.1.5.1 Generalidades determina que “a organização deve prover os recursos necessários para
assegurar resultados confiáveis quando monitoramento ou medição for usado para verificar a conformidade
de produtos”.

Diferentemente da versão anterior da norma (2008), que mencionava equipamentos de monitoramento e
medição, a nova edição (2015), mais ampla, indica que os recursos podem se referir a pessoas, infraestrutura
ou ambiente.

Isso significa que, nos processos de inspeção visual de qualidade, os recursos humanos são a principal
ferramenta de verificação das características do produto. Logo, a capacidade de enxergar está diretamente
ligada ao resultado dessa aferição.

Para ficar em conformidade com a nova determinação da ISO 9001:2015, é mandatório que as indústrias
forneçam óculos de proteção graduados aos colaboradores que necessitam de lentes corretivas (óculos de
grau) para o desempenho dessas atividades. O prazo para a adequação à norma termina em dezembro de 2018.

Na medida exata

Os óculos de proteção (ou de segurança) são utilizados em praticamente todos os segmentos industriais. Seu

fornecimento é obrigatório por lei desde 1977, de acordo com as condições do ambiente de trabalho.

Porém, quando o empregado necessita de óculos de grau, muitas vezes a proteção visual acaba sendo feita
de forma ineficaz. “Por desconhecer as consequências, algumas empresas fazem escolhas que podem
comprometer a saúde do colaborador e a qualidade do trabalho que ele realiza”, informa Lucas Gregorio
Mochko, técnico óptico e especialista em proteção visual da Diorama, tradicional fabricante de óculos de
proteção graduados.

Ele recomenda que as empresas forneçam óculos de segurança com lentes corretivas fabricadas mediante a
receita oftálmica do empregado, com atenção para a escolha de armação e lentes adequadas para cada
atividade, de acordo com o risco. “Adicionalmente, é necessário tomar as medidas técnicas ópticas antes de
aplicar as lentes à armação escolhida”, adverte Lucas.

Óculos de segurança, assim como qualquer EPI, devem ter o Certificado de Aprovação (CA) do Ministério do
Trabalho.

Ter e não usar
Entre as soluções paliativas adotadas pelas empresas para substituir os óculos de proteção graduados estão
os óculos de sobreposição (colocados sobre os óculos de grau já existentes) e os óculos com clipe (para
prender lentes de grau que são fabricadas separadamente). Essa decisão geralmente está relacionada ao
custo do equipamento ou à falta de conhecimento.

O problema é que esses modelos são desconfortáveis e pesados, gerando aversão ao uso. Uma pesquisa
realizada pela Associação Internacional de Equipamentos de Segurança (ISEA) nos Estados Unidos
comprovou que 68% dos trabalhadores retiram os óculos de proteção durante as atividades por se sentirem
incomodados. Esse índice comprova que o equipamento de segurança ideal é aquele que o empregado
realmente usa. Óculos de proteção graduados são superiores no quesito conforto, estimulando o uso
contínuo.

Por isso, as empresas que desejam obter a certificação ou recertificação ISO 9001 devem abandonar, até o
final de 2018, as soluções paliativas e adotar os óculos de proteção graduados, principalmente nas áreas de
controle de qualidade.

“A suposta economia obtida com a escolha de itens de baixo custo pode se transformar em perdas
significativas para a companhia caso ocorra um acidente de trabalho”, ressalta Lucas. Além disso, se houver
uma auditoria e o empregado não estiver usando o EPI, a empresa pode ser multada ou considerada nãoconforme.

Suporte às indústrias
Fundada em Curitiba (PR) em 1979, a Diorama é referência nacional na fabricação de óculos de proteção
graduados e atende mais de 400 indústrias em todo o Brasil. Em 2017, inaugurou uma operação na Bahia
para servir o polo de Camaçari e regiões vizinhas.

Com o nome Purelens, a empresa leva um serviço inédito ao mercado baiano: oferece visitas presenciais
para a tomada de medidas ópticas dos colaboradores de seus clientes, com suporte técnico ilimitado pré e
pós-venda.

“A ISO 9001:2015 trouxe novas demandas com relação à proteção visual na indústria”, afirma Ana Andréa
Queiroz Ferreira, consultora da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e consultora de empresas
para a certificação ISO 9001. “A chegada da Diorama/Purelens à Bahia é oportuna pois vai auxiliar as
indústrias da região a cumprir os requisitos da norma”, finaliza.

Óculos de proteção - purelens

Sobre a Diorama: Com laboratório próprio, a Ótica Diorama produz em sua sede, em Curitiba (PR), soluções
completas de proteção visual com óculos graduados. Oferece a maior variedade de armações do mercado,
com opção de lentes monofocais e multifocais. Todos os seus produtos têm Certificado de Aprovação (CA)
do Ministério do Trabalho. Para mais informações, acesse www.seguranca.oticasdiorama.com.br e
www.purelens.com.br.

 

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Jornalista responsável: Décio Colasanti- MTb 18.774 SP